Vitaminas, sais minerais, proteínas, glicídios e lipídios. Para completar, a cafeína. Talvez você tome algumas cuias de chimarrão todos os dias e nem saiba, mas a Ilex Paraguariensis, nome científico da erva-mate, tem uma composição muito rica.
De manhã um chimarrão vai bem para começar o dia com muita disposição? É claro! O principal destaque na composição da erva-mate é a presença de alcalóides, como a teofilina e a teobromina, mas, especialmente a cafeína.
A bebida é um estimulante para o sistema nervoso central. Assim, naturalmente amplifica o vigor e a capacidade de desenvolver as atividades físicas e mentais. A vantagem é o efeito prolongado desse estimulante, sem que ocorram efeitos colaterais indesejados, como insônia e irritabilidade.
Um chimarrão depois do almoço também dá uma sensação de alívio? Não é por acaso. O consumo da erva contribui para o sistema digestivo. Seus componentes auxiliam na digestão e produzem efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante.
Estão entre os compostos da erva-mate os polifenóis, responsáveis por transmitir características como cor e sabor para alimentos e bebidas derivados de plantas. Segundo estudos recentes, os polifenóis têm importante ação antioxidante e são capazes de combater o envelhecimento das células e contribuir para prevenção de diabetes e doenças cardiovasculares.
Pesquisas também mostram que o hábito de tomar chimarrão pode combater o nível de colesterol. A erva-mate é rica em flavonóides, um grupo de compostos químicos encontrados naturalmente em certas frutas, vegetais, chás, vinhos, nozes, sementes e raízes. Os flavonóides não são considerados vitaminas, mas tem funções nutricionais descritas como modificadores de resposta biológica; a maioria atua como antioxidante.